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JORGE CABELEIRA

“Jorge Cabeleira e o dia em que seremos todos inúteis” lança coletânea e grava DVD com a inusitada mistura de rock, blues e baião

Grupo se reúne para lançar DVD comemorativo pelos 20 anos de carreira, além de coletânea que inclui faixas inéditas.

Prestes a completar 20 anos de carreira, a banda Jorge Cabeleira e o dia em que seremos todos inúteis resolveu reunir sua formação original para celebrar, com muito rock, blues e baião, o lançamento de um DVD ao vivo e uma coletânea com seus dois trabalhos – o disco de estreia homônimo, de 1995, e o Alugam-se asas para o carnaval, de 2000 – além de faixas inéditas do grupo.

Banda cativa no cenário alternativo dos anos 1990, Jorge Cabeleira figurou em importantes festivais como o Recife Rock Show (promovido pelo Espaço Arte Viva), o Superdemo, no Circo Voador (RJ), o Abril Pro Rock e o BH Rock Independent Festival (BHRIF), espaços totalmente voltados às bandas alternativas e independentes da época.

O Recife Rock Show, um festival competitivo que teve mais de 100 bandas inscritas, foi aonde a banda estreou no cenário recifense. “Jorge Cabeleira tirou em segundo e Os Mordomos ficaram em terceiro. Pra gente subir duas vezes no palco e receber o prêmio foi preciso colocar óculos e chapéus”, relembra o vocalista, Dirceu Melo, referindo-se à banda que o grupo tocava simultaneamente à Jorge Cabeleira, e ao fato de só poder concorrer uma música por grupo.

Com o grande sucesso nacional da versão de Carolina, de Luiz Gonzaga, sendo tocada em todas as rádios do país, o videoclipe chegou ao primeiro lugar do programa Disk MTV, principal ranking de clipes nacionais da emissora, que levou a banda a concorrer em três categorias na primeira edição do MTV Video Music Awards: banda revelação, banda de rock e melhor clipe.

O rock, blues e o baião se apresentavam como uma mistura inusitada até então. Com referências de clássicos dos anos 1960, como Jimi Hendrix, Led Zeppelin e The Doors, a banda reinventa os parâmetros ‘tascando’ uma sanfona e um triângulo, instrumentos típicos de ritmos próprios nordestinos como o forró e o baião.

“As referências vêm muito da nossa percepção, da semelhança que existe entre o blues e o baião. É bacana transpor figuras harmônicas, e quando no baião é a sanfona, no Jorge vem a guitarra; no lugar da zabumba, no baião, colocamos a bateria, e assim vai”, comenta Dirceu, sobre alinhar referências internacionais às nacionais, como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Alceu Valença.

Nesse reencontro, integrantes das duas formações já vivenciadas pela banda se juntam sob a proposta de lançar um DVD comemorativo pelos 20 anos de carreira do grupo. “Foi uma oportunidade de nos juntarmos novamente, depois de cada um ter seguido e desenvolvido trabalhos paralelos. Conseguimos juntar a formação original depois que Davi, o baterista, voltou dos Estados Unidos”, afirma o percussionista Pedro Mesel.

A banda se prepara para gravar, em 2012, um DVD ao vivo filmado em São Severino dos Macacos, vilarejo que fica no interior de Gravatá, no Agreste de Pernambuco (frequentado por artistas como Zé ramalho, Lula Côrtes e Kátia Mesel), além de uma coletânea que reúne sucessos dos dois CDs, incluindo faixas inéditas.

Zé Ramalho, inclusive, participou do primeiro disco na música Os segredos de sumé , fazendo o link entre a nova geração e àquela que gravou os arranjos originais dessa música para o antológico disco "Paêbiru".

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